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4 princípios de Kant que farão a velhice feliz | Filosofia e Psicologia
4 princípios de Kant que farão a velhice feliz | Filosofia e Psicologia 🏛️ Existe uma verdade filosófica sobre a velhice que poucos descobrem a tempo: você construiu sua vida inteira sobre fundações que inevitavelmente desaparecerão. Seus relacionamentos, sua força física, seu papel social - tudo isso é areia movediça disfarçada de chão sólido. Neste vídeo revelador, você vai descobrir os quatro pilares filosóficos de Immanuel Kant que transformam completamente a experiência do envelhecimento. Não se trata de eliminar o sofrimento da velhice, mas de construir uma autonomia interior tão sólida que, quando o mundo exterior desmorona, você descobre que ainda está de pé - e pela primeira vez, genuinamente livre. Você vai aprender como desenvolver a capacidade de estar só sem experimentar solidão como miséria, por que a ordem no cotidiano é na verdade fundação para liberdade interior, como se libertar da escravidão psicológica da opinião alheia, e o que significa verdadeira fidelidade a si mesmo quando tudo ao redor se transforma. Esses pilares não são abstrações filosóficas - são práticas concretas que determinam se sua velhice será naufrágio existencial ou expansão da liberdade. A filosofia moral kantiana revela que a segunda metade da vida não é sobre repetir a primeira, mas sobre descobrir uma autonomia que era impossível quando sua identidade estava amarrada a validação externa. Este conhecimento pode literalmente redefinir como você experiencia não apenas a velhice, mas cada fase da vida a partir de agora. 💬 Se este conteúdo ressoou com você, deixe seu like, inscreva-se no canal para mais sabedoria profunda, e conte nos comentários de qual cidade ou país você está assistindo - é fascinante ver como essas verdades filosóficas transcendem fronteiras!
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"O Tempo" - Mario Quintana. Música "Somewhere In Time" ou "Em Algum Lugar do Passado".
Mário de Miranda Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro. Mário Quintana fez as primeiras letras em sua cidade natal, mudando-se em 1919 para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou para a Editora Globo e depois na farmácia paterna. Considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust, Mrs Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e Sangue, de Giovanni Papini. Em 1953, Quintana trabalhou no jornal Correio do Povo, como colunista da página de cultura, que saía aos sábados, e em 1977 saiu do jornal. Em 1940, ele lançou o seu primeiro livro de poesias, A Rua dos Cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966, foi publicada a sua Antologia Poética, com sessenta poemas, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus sessenta anos de idade, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1976, ao completar setenta anos, recebeu a medalha Negrinho do Pastoreio do governo do estado do Rio Grande do Sul. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra.(Wikipedia) O TEMPO – Poema de Mário Quintana A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas! Quando de vê, já é sexta-feira! Quando se vê, já é natal… Quando se vê, já terminou o ano… Quando se vê perdemos o amor da nossa vida. Quando se vê passaram 50 anos! Agora é tarde demais para ser reprovado… Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas… Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo… E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo. Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz. A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
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Quando aprendi a me amar de verdade
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Uma geração de ouro
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